Bateria dada como morta: quando dá pra recuperar e quando não dá
Boa parte das baterias descartadas como perda total ainda tem conserto — a questão é saber diferenciar.

No campo é comum ouvir "essa bateria já era". Mas a experiência de laboratório mostra que boa parte dessas baterias tem conserto — o erro geralmente está no diagnóstico, não na bateria.
O que geralmente é recuperável
Célula desbalanceada, resistência interna alta e bateria "dormente" (que ficou muito tempo parada sem uso) costumam voltar ao normal com ciclagem controlada e balanceamento.
O que geralmente não tem volta
Célula estufada ou vazando, curto interno e dano físico na estrutura — perfuração ou impacto forte — são os casos em que realmente não compensa insistir.
Por que o diagnóstico errado custa caro
Trocar o pack inteiro sem testar custa, em média, cinco vezes mais do que consertar a célula certa. O diagnóstico é o que separa gasto desnecessário de serviço bem feito.
É exatamente esse processo — diagnóstico célula por célula antes de qualquer decisão — que a Névoa ensina no curso presencial de manutenção.